domingo, 24 de abril de 2016

Nova York, o retorno - Parte II

Apenas reforçando o que falamos no post anterior, já publicamos 8 posts sobre Nova York no Blog, se você tem interesse nas principais atrações de Nova York é só busca-los no índice.
Esta nova serie complementa os posts anteriores, atualizando informações e falando de atrações menos conhecidas mas igualmente interessantes.
Uma destas atrações é passear pelo bairro vizinho a sudeste da ilha de Manhattan, o famoso Brooklyn, tão retratado nos filmes americanos, muitas vezes sem você saber.
Na verdade é uma atração que merece um post exclusivo, mas vamos dar uma pequena introdução nesta serie.
O Brooklyn tem muitas atrações, Zoológico, Jardim Botânico, parques e museus e pode ser acessado normalmente pela rede de metro, sem ter que pagar nada adicional, são os mesmos bilhetes.
Desembarcando na primeira estação da cidade vindo da ilha, você vai poder visitar, de bem de perto, as duas pontas emblemáticas que fazem a travessia – a Ponte de Manhatthan e a do Brooklyn.
Você pode passar por baixo das duas e vislumbrar a vista da ilha, e depois, continuar caminhando para conhecer o projeto de remodelação da região portuária, que vem transformando cada porto antigo em opções de lazer para a população como quadras de esporte, parques e restaurantes.
O detalhe principal é que a caminhada é longa, pois nesta lateral existe uma enorme autopista que não permite passagem para o centro, as saídas são limitadas, estamos falando de uma caminhada entre 2 e 3 kms.
Mas vale o passeio.
Nesta região de entrada tem um ótimo comercio, incluindo lojas como Target, Best Buy, Burlington, e como de costume, dezenas de Starbucks ( media de 1 a cada duas quadras ).
A sugestão é você gastar no mínimo uma manhã para explorar esta região.
Outro passeio pouco usual é aquele que fizemos propaganda no post anterior, visitar a Ilha Roosevelt, e, acredite se quiser, de nada mais, nada menos do que de Teleférico. V
Se pensou que Teleférico só tinha em Poços de Caldas ou no Rio de Janeiro, se enganou, Nova York também tem o seu.
Você pode ir de metro, tem uma estação na linha laranja, mas a pedida é pegar um teleférico ( Tram para eles ), que fica na esquina da 2ª Avenida com a rua 60.
A ilha Roosevelt, fica na altura do meio de Manhattan, do lado leste, do lado do Queens.
É bem pequena, tem 3,2 kms de comprimento apenas, tem vários prédios de moradia e na ponta sul uma parque onde você pode caminhar e ver a vista da ONU e do Empire State de uma forma que você nunca viu.
Também pode visitar as ruinas do Hospital Smallpox, a Varíola em português e andar pela ilha com um ônibus circular de turismo gratuito.
Você usa seu ticket de metro normalmente, tem saídas a cada 10 minutos no máximo e leva apenas 3 ou 4 minutos para cruzar o rio e aterrissar na ilha.
O passeio é simples, caminhar para o sul da ilha, pela alameda de cerejeiras e portanto a melhor data é entre Abril e Junho, na Primavera e degustar a vista da ilha até o extremo, de onde da para ver a parte sul também.
Você vai gastar no máximo 2 horas,  se não parar para fazer um pick-nick ( para isso o Central Park é bem mais indicado ) e vai ter a experiência que poucos nova-iorquinos tem, fique certo disso.

No próximo post, uma atração que esta entre as imperdíveis, já descrita anteriormente, mas que desta vez vamos dedicar um post exclusivo a ela, trata-se da visita ao MET, o Museu Metropolitano de Nova York.


Aguarde ...









domingo, 17 de abril de 2016

Voce ja andou de Teleférico em Nova York ?


Voce já andou de teleférico em Nova York ?
Não tem ?
Claro que tem, esta serie de posts é para turistas em Nova York, modo Avançado !
Não vamos falar de Central Park, Estatua da Liberdade e Times Square.
Mas se é disso que você precisa, não tem problema, olha os posts anteriores do Blog que você vai encontrar 8 posts dedicados a Nova York, que ai sim, focam nas atrações principais.
Este, é um post de atualização, como já fizemos com Santiago, Mendoza e com outras cidades.
Vamos falar de dicas adicionais e passeios menos usuais mas que também valem muito a pena serem feitos.
Interrompemos a sequencia de Roma, que agora caminhara para as atrações em torno da cidade ( Costa Malfitana, Toscana, Napoli, Veneza, ... para voltar a falar de Nova York.
Ahh, ia me esquecendo, andamos sim de teleférico, aguarde o próximo post para saber onde ele está.
Desta vez a chegada foi pelo JKF, levamos praticamente uma hora para chegar de Taxi na região da Times Square a um custo de US$ 80.
É a opção mais cômoda, apesar de ser possível também chegar de Metro ou claro alugar um carro.
Mas, alugue um carro, apenas e tão somente, se você gosta de sair de férias pensando que esta em São Paulo.
O transito da cidade é horrível e as redes de Metro cobrem toda a ilha de Manhattan e se estende aos bairros fora da ilha como Brooklyn, Queens e Bronx.
Se esta ai reclamando que eu esqueci dos Outlets, no lado de New Jersey, não foi o caso, é totalmente possível e aconselhável você visitar tanto o Jersey Gardens quanto o Woodburry de ônibus, através da estação de Porto Authority, ou pegue o carro apenas para fazer estas visitas.
Enfim, a dica é você escolher um hotel perto de uma estação de metro, o que é muito fácil, dada a extensão da rede metroviária em Nova York,  e se locomover sem enfrentar trafego para todos os lugares.
O Metro é bem fácil de usar, sugerimos ver as dicas principais nos posts anteriores mas vamos reforçar algumas importantes.
A regra geral é que você entra na estação ( passa na catraca ) e la dentro é direcionado para o lado correto da linha que você deseja.
Todas as linhas Norte – Sul usam a terminologia Uptown quando você quer subir ( Norte ) e Downtown para descer ( Sul ).
Porém algumas estações pequenas não tem esta facilidade, ainda na rua você já tem que entrar na estação do lado certo e para fazer isso, quando você já sabe, basta considera a mão normal dos carros na avenida da estação e entrar do mesmo lado dos carros que estão indo na direção desejada. So simple as that.
Depois de um dia usando o Metro, você ficara bem a vontade.
Para períodos longos, o mais barato é comprar o ticket semanal, custa cerca de 30 dólares para uma pessoa mas se comprar para duas ou mais pessoas, os descontos são grandes, na casa de 50 %.
Duas outras dicas distinguem os iniciantes dos graduados, a primeira, existem trens expressos, que percorrem as distancias maiores e por isso, pulam uma ou duas estações a cada parada, tanto o locutor da estação quanto o trem mencionam que o trem é expresso, uma linha típica é a linha amarela Q.
As linhas expressas, claro, são mais rápidas, mas podem pular exatamente a estação que você quer descer, dai, o barato, sai caro.
Preste atenção e não se culpe se isso acontecer, creio que todo turista já passou por isso pelo menos uma vez.
A outra é que o pessoal da Manutenção é aficionado em trabalhar nos finais de semana, e como consequência, bloqueiam estações, bloqueiam linhas, mudam itinerários, sempre as sábados e domingos.
Eles colocam folhas A4 colada nos postes informando o que foi alterado, veja nas fotos, e qual é o plano B para você chegar ao seu destino.
O Locutor do trem também vai avisando.
Na duvida pergunte para os funcionários da estação, eles ficam muito felizes em explicar isso para 3 em cada 4 usuários que passam por eles, fica estampado no rosto.
Agora, você já está pronto, jé hora de começar a passear, mas só no próximo post.


Aguarde ...








sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

O Vaticano, ROMA Parte III





































Considerando que você teve um 1º dia de Roma bastante produtivo, conhecendo a região do Coliseu, dos Fóruns romanos, Panteão e diversas das suas praças maravilhosas, é hora de conhecer o outro extremo da cidade, que na verdade é outro pais, o Vaticano.
Apesar de na teoria serem apenas dois os lugares a serem visitados – A Basílica de São Pedro e as dependências do Vaticano, é uma visita que se for feita como merece, levaria de 2 a 3 dias, seguramente, contudo para quem não tem muito tempo, da para fazer em algumas horas.
Desça na estação do Metro Ottaviano, caminhe algumas quadras e estará na frente da Basílica de São Pedro.
A imagem daquele enorme pátio e prédio imponente, tão conhecida da TV, sempre que o Vaticano vira noticia.
O trajeto é bem intuitivo, porém tem 3 dimensões – o eixo plano onde você vai dar a volta toda na igreja pela parte interna, dai poderá subir até a sua cúpula, visitando-a por dentro e por fora e depois descer até o subsolo onde se encontram os tesouros e os túmulos dos papas.
Vamos por partes, circulando internamente você vera o trono papal, a estatua de São Pedro, que você deve encarar a fila para tocar no seu já desgastado pé para atrair a sorte e a magnifica obra de Michelangelo, aos 25 anos, a Pietá, de 1499, hoje protegida por um escudo de vidro depois do ataque que sofreu em 1972 por um fanático e varias outras relíquias entre objetos, quadros e estatuas.
Para subir a cúpula, de 42 metros de diâmetro, você vai poder fazer uma parte de elevador mas depois terá que encarar 330 degraus, para vê-la por dentro e principalmente por fora, com uma vista panorâmica de 360o da cidade e ver as estatuas do topo bem de perto.
Paraiso dos fotógrafos de plantão.
No Subsolo, as joias do Vaticano, a Cripta onde supostamente São Pedro foi enterrado e o tumulo de vários papas, entre eles, João Paulo II.
Não se engane, tudo isso, levará algumas horas.
Saindo da Basílica, o destino é o Museu do Vaticano na quadra lateral.
Todo o trajeto é demarcado e longo.
Só para dar uma ideia, para chegar na Capela Sistina, sem paradas, deve levar uns 40 minutos.
Um caminho forrado por 10 museus, apartamentos com pinturas de Rafael ( como a Transfiguração), Caravaggio, Leonardo da Vinci, Fra Angelico e Pinturicchio e esculturas de Michelangelo, Bernini e outros artistas.
Contudo, a Capela Sistina é o ponto alto da visita, um conjunto de imagens, encomendadas pelo Papa Sisto IV em 1481, que contam uma história num complexo contexto religioso que reforça a autoridade dos papas como representantes de Deus.
As pinturas são de vários artistas renascentistas como Perugino, Botticelli, Signorelli, Roselli, Fra Diamante, Ghirlandaio, Pinturicchio , Cosimo, Bartolomeu dela Gatta e como expressão máxima, Michelangelo que ficou responsável pelo magnifico teto da capela.
Isso mesmo, aquele que Deus está criando Adão !
De uma forma super reduzida esta é a proposta para a visita ao Vaticano.
Se ainda sobrar tempo, ligado ao Vaticano por um viaduto ( que permite a fuga do papa em caso de risco ) está o Castelo Sant`Angelo, o castelo papal por mil anos.
Foi construído por Adriano entre 123 e 139 d.C. para ser seu tumulo, foi reforçado por Aureliano em 271, abriga vários apartamentos papais com pinturas renascentistas e uma coleção de armas e armaduras.
A ponte de acesso é uma atração a parte com estatuas de São Pedro, São Paulo e vários anjos.
Muito próximo você vai encontrar o Palazzo Altemps, um dos prédios do Museo Nazionale Romano, que exibe coleções do Século XVI de Ludovisi, Mattei e Altemps.
A outra parte do Museu de Roma fica no Palazzo Massimo alle Terme, um antigo colégio jesuíta do século XIX perto de Termini, um pouco mais distante.
Deste ponto você pode caminhar na direção tanto da Piazza Navona, quanto da Fontana di Trevi, completando o circuito do dia anterior.
Para o 3º dia, além de retornar às atrações que não foram vistas na profundidade desejada, restam alguns ( Já que combinamos que iriamos falar só das Tops ! ) que ficam fora do eixo Vaticano- Coliseu, como a Galleria Borghese, o bairro de Trastevere e a Igreja de Santa Maria del Popolo.
A Galleria fica dentro do parque de mesmo nome, que apesar de pequeno, é muito importante pois abriga uma das coleções privadas mais ricas de Roma, com esculturas de Bernini e pinturas de Caravaggio, Rafael e Ticiano.
A igreja de Santa Maria del Popolo consegue reunir excelência em varias disciplinas como pintura, escultura, arquitetura e decoração, somada a um alto grau de conservação. Obras renascentistas de Pinturicchio, Bramante e Rafael e barrocas de Caravaggio e Bernini podem ser apreciadas nas suas capelas, altares e tumbas.
Ainda, segundo a lenda foi neste local que Nero morreu e foi enterrado.
O bairro de Trastevere, que literalmente significa do outro lado do Tibre é o bairro boêmio de Roma, antigo bairro operário que manteve suas  características medievais.
O passeio é simplesmente caminhar por ele e saborear, mas se quiser mais conteúdo passe pela suntuosa Villa Farnesina de 1511 de Peruzzi, construída por Agostino Chigi, o banqueiro papal.
É a casa da sensual pintura Galateia de Rafael.
No bairro também vale visitar as igrejas de Santa Maria e Santa Cecilia, que como você já deve estar imaginando, escondem pinturas e esculturas de grandes artistas renascentistas ou barrocos que viveram em Roma.
Assim, seguindo este roteiro você terá conseguido conhecer as principais das principais atrações de Roma e muito provavelmente deixara anotado no seu diário que pretende voltar, até porque jogou a sua moedinha de forma correta lá na Fontanna di Trevi.

No próximo post vamos sair de Roma e dar uma noção das opções  que existem nas várias direções.



Aguarde ...





sábado, 23 de janeiro de 2016

Roma Parte II













Seguindo a proposta do post anterior, vamos assumir que você decidiu começar pelo Coliseu, deixou o Vaticano para o dia seguinte.
Se for de metro, se prepare, ao deixar a estação de mesmo nome, vai ter um choque, o Coliseu vai surgir a sua frente.
É um choque de História, você fica alguns segundos sem palavras, com o seu cérebro tentando descobrir em que século você esta.
Emoção semelhante a quando você sai da estação de trem de Colônia ( Koln ) na Alemanha e da de frente com a sua Igreja Gótica, por mais que você se prepare, o impacto é incontrolável.
Não deixe de visita-lo, caminhe por suas arquibancadas, veja o subsolo onde ficavam as feras e os cristãos antes de serem massacrados.
Hoje já deve estar pronto, eles estão reconstruindo uma parte do palco e da arquibancada, com material diferente, sem imitar, para termos uma ideia bem mais concreta de como era.
Um show de Engenharia e Arquitetura para a época, ano 80 d.C. inaugurado pelo Imperador Tito com 100 dias de jogos para o povo.
Terminada a visita, a atração mais visível e mais próxima é o Arco de Constantino, marco comemorativo, da vitória de Constantino, o 1º Imperador cristão sobre Maxencio, em 312 d.C. , tradição que Napoleão acabou copiando mais tarde na França.
Indo no sentido do Arco, o destino agora é o Monte Palatino, onde fica a Domus Aurea ( Casa Dourada ) de Nero, o palácio mais suntuoso de Roma, que ocupou muitos hectares.
Você vai poder caminhar pelas ruinas de varias instalações como a Casa de Livia, residência de Augusto e sua 2ª mulher, o Domus Flavia, o Convento Palatino, o Estádio, Templo de Cibele, entre outros e visitar os cômodos da casa, descobertos em 1400.
No caminho, vestígios de 3 choupanas do século 9 a.C. que pode ter sido da pequena vila fundada por Romulo que deu origem a cidade e seu nome.
São 2 a 3 horas de caminhada, no mínimo, que merecem ser feitas.
A próxima parada é seguramente a via mais impressionante do mundo, a Via Dei Fori Imperiali, a avenida de acesso aos Fóruns imperiais romanos, dezenas de ruinas, cada uma com a sua importância.
É aqui que você se transporta para o Século I.
Do sentido do Coliseu para o Capitólio, você vai passar por nada mais nada menos que o Fórum de Nerva, Forum de Augusto, Prisão Mamertina, Fórum de Julio Cesar, Casa dos Cavaleiros de Rodes, Fórum, Coluna e Mercado de Trajano.
Um mergulho no passado.
Se você quiser se aprofundar no tema, aqui você vai gastar alguns dias para conhecer todos os detalhes.
Se você decidiu não gastar o dia todo vivendo no século I, a saída é em subida para os Museus do Capitólio.
Uma das 7 colinas de Roma, a Capitolina.
Vista do alto de toda a cidade, em especial para a região dos Fóruns.
Deste ponto em diante a cidade se abre e começam as caminhadas um pouco mais longas.
Tem varias possibilidades de trajeto, mas considerando o modelo de 3 dias, a sugestão é iniciar pela Piazza Venezia bem na frente do Capitólio.
É o centro nervoso de Roma, onde chegam as principais avenidas da cidade.
Nesta praça, se destaca o Palazzo Venezia, construído pelo Papa Paulo II e de suas sacadas Mussolini convencia o povo a aderir ao Fascismo.
Dai caminhar para o Teatro de Marcelo, do Seculo 1 a.C., talvez o mais frequentado até que o Coliseu fosse inaugurado.
Ao lado dele encontram-se vestígios do templo de  Apolo, da mesma época.
Vale agora passar pela Fontanna dele Tartarughe, criada em 1500 por Giacomo dela Porta.
E seguir para o Campo de Fiori, uma feira matinal que a noite se transforma em bares e pubs.
Desde a Idade Média é uma área muito agitada mas também foi palco das execuções da Inquisição, gravado pela estatua de Giordano Bruno, queimado ali em 1600.
O destino agora é um dos prédios mais preservados de Roma, o Panteão, um templo pagão de 125 d.C. projetado pelo Imperador Adriano, tem um Domo de 43 metros de altura e largura com um circulo aberto ao centro de 8 metros ( Óculo ), que deixa entrar os raios de sol, um pouco de chuva ou neve dependendo da estação.
O Papa Bonifácio IV recebeu-o em doação do Imperador Focas em 608 o que garantiu a sua conservação até os dias de hoje.
Suas paredes tem 6 metros de espessura e abrigam túmulos reais e de Rafael, o grande pintor renascentista.
O destino agora é mais uma das principais praças de Roma, a Piazza Navona, erguida sob um antigo estádio domiciano, o que explica o seu formato ovalado.
Abriga a Fonte dos Quatro Rios, uma homenagem de Bernini aos quatro continentes através dos rios, Ganges ( Asia ), Danubio ( Europa ) , Prata ( Américas ) e Nilo ( África ), a Igreja de San Luigi dei Francesi, que abriga 3 obras de Caravaggio e o Palazzo della Sapienza, sede original da Universidade de Roma, com destaque para sua cúpula e seu pátio interno.
Da Piazza Navona, o próximo destino, com uma caminhada um pouco maior, você ira conhecer a Fonte que o cinema transformou em uma das atrações mais conhecidas de Roma, a Fontanna di Trevi.
Em La Dolce Vita, Anita Ekberg se banha nesta fonte.
Mas sua marca principal é a capacidade de garantir sua volta a Roma se jogar, de costas e por cima de seu ombro, uma moeda na fonte.
Um custo bem baixo que vale a pena investir.
De arquitetura barroca, projetada por Nicola Salvi em 1732, fica nos fundos de um palácio e recebe o aqueduto Acqua Vergin construído por Agripa em 19 a.C.
Muito provavelmente seu dia vai terminar em alguma destas atrações.
Se conseguir chegar à Fontanna di Trevi terá tido um excelente aproveitamento para o seu 1º dia.

Mas não se preocupe, o que faltou será coberto no dia seguinte, com iremos descrever no próximo post.










Aguarde ...