quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
O Vaticano, ROMA Parte III
Considerando que você teve um 1º
dia de Roma bastante produtivo, conhecendo a região do Coliseu, dos Fóruns
romanos, Panteão e diversas das suas praças maravilhosas, é hora
de
conhecer o outro extremo da cidade, que na verdade é outro pais, o Vaticano.
Apesar de na teoria serem apenas
dois os lugares a serem visitados – A Basílica de São Pedro e as dependências
do Vaticano, é uma visita que se for feita como merece, levaria de 2 a 3 dias,
seguramente, contudo para quem não tem muito tempo, da para fazer em algumas
horas.
Desça na estação do Metro Ottaviano,
caminhe algumas quadras e estará na frente da Basílica de São Pedro.
A imagem daquele enorme pátio e
prédio imponente, tão conhecida da TV, sempre que o Vaticano vira noticia.
O trajeto é bem intuitivo, porém
tem 3 dimensões – o eixo plano onde você vai dar a volta toda na igreja pela
parte interna, dai poderá subir até a sua cúpula, visitando-a por
dentro
e
por
fora e depois descer até o subsolo onde se encontram os tesouros e os túmulos
dos papas.
Vamos por partes, circulando
internamente você vera o trono papal, a estatua de São Pedro, que você deve
encarar a fila para tocar no seu
já desgastado
pé
para atrair
a sorte e a magnifica obra de Michelangelo, aos 25 anos,
a Pietá, de 1499, hoje protegida por um escudo de vidro depois do ataque que
sofreu em 1972 por um fanático e varias outras relíquias entre objetos, quadros
e estatuas.
Para subir a cúpula, de 42 metros
de diâmetro, você vai poder fazer uma parte de elevador mas depois terá que
encarar 330 degraus, para vê-la por
dentro e principalmente por fora, com uma vista panorâmica de 360o
da
cidade e ver as estatuas do topo bem de perto.
Paraiso dos fotógrafos de plantão.
No Subsolo, as
joias do Vaticano, a Cripta onde supostamente São Pedro foi enterrado e o
tumulo de vários papas, entre eles, João Paulo II.
Não se engane, tudo isso, levará
algumas horas.
Saindo da Basílica,
o
destino é o Museu do Vaticano na quadra lateral.
Todo o trajeto é demarcado e longo.
Só para dar uma ideia,
para
chegar na Capela Sistina, sem paradas, deve levar uns
40 minutos.
Um caminho forrado por 10 museus,
apartamentos com pinturas de Rafael ( como a Transfiguração), Caravaggio,
Leonardo da Vinci, Fra Angelico
e
Pinturicchio
e esculturas de Michelangelo, Bernini
e outros artistas.
Contudo, a Capela Sistina é o ponto
alto da visita, um conjunto de imagens, encomendadas pelo Papa Sisto
IV em 1481, que contam uma história num complexo contexto religioso que reforça
a
autoridade dos papas como representantes de Deus.
As pinturas são de
vários artistas
renascentistas
como Perugino,
Botticelli, Signorelli, Roselli,
Fra
Diamante, Ghirlandaio,
Pinturicchio
, Cosimo,
Bartolomeu dela Gatta e como expressão máxima,
Michelangelo que ficou responsável pelo magnifico teto da capela.
Isso mesmo, aquele que Deus está
criando Adão !
De uma forma super
reduzida esta é a proposta para a visita ao Vaticano.
Se ainda sobrar tempo, ligado ao
Vaticano por um viaduto ( que permite a fuga do papa em caso de risco ) está o
Castelo Sant`Angelo, o castelo papal por mil anos.
Foi construído por Adriano entre
123 e 139 d.C. para ser seu tumulo, foi reforçado por Aureliano em 271, abriga
vários apartamentos papais com pinturas renascentistas e uma coleção de armas e
armaduras.
Muito próximo você vai encontrar o Palazzo
Altemps,
um dos prédios do Museo Nazionale
Romano, que exibe coleções do Século XVI de Ludovisi,
Mattei e Altemps.
A outra
parte do Museu de Roma fica no Palazzo
Massimo
alle
Terme,
um antigo colégio jesuíta do século XIX perto de Termini,
um pouco mais distante.
Deste ponto você pode caminhar na
direção tanto da Piazza Navona, quanto da Fontana di
Trevi,
completando o circuito do dia anterior.
Para o 3º dia, além de retornar às
atrações que não foram vistas na profundidade desejada, restam alguns
( Já que combinamos que iriamos falar só das Tops ! ) que
ficam fora do eixo Vaticano- Coliseu, como a Galleria
Borghese,
o bairro de Trastevere e a
Igreja de Santa Maria del Popolo.
A Galleria
fica dentro do parque de mesmo nome, que apesar de pequeno, é muito importante
pois abriga uma das coleções privadas mais ricas de Roma, com esculturas de Bernini
e pinturas de Caravaggio,
Rafael e Ticiano.
A igreja de
Santa Maria del Popolo
consegue
reunir excelência em varias disciplinas como pintura,
escultura, arquitetura e decoração, somada a um alto grau de conservação. Obras
renascentistas de Pinturicchio,
Bramante e Rafael e barrocas de Caravaggio
e Bernini
podem ser apreciadas nas suas capelas, altares e tumbas.
Ainda,
segundo a lenda foi neste local que Nero morreu e foi enterrado.
O bairro de Trastevere,
que literalmente significa do outro lado do Tibre é o bairro boêmio de Roma,
antigo bairro operário que manteve suas
características medievais.
O passeio
é simplesmente caminhar por ele e saborear, mas se quiser mais conteúdo passe
pela suntuosa Villa Farnesina de
1511 de Peruzzi,
construída por Agostino Chigi, o banqueiro papal.
No bairro também vale visitar as
igrejas de Santa Maria e Santa Cecilia, que como você já deve estar
imaginando, escondem pinturas e esculturas de grandes
artistas renascentistas ou barrocos que viveram em
Roma.
Assim, seguindo este roteiro você
terá conseguido conhecer as principais das principais atrações de Roma e muito
provavelmente deixara anotado no seu diário que pretende voltar, até porque
jogou a sua moedinha de forma correta lá na Fontanna
di
Trevi.
No próximo post vamos sair de Roma
e dar uma noção das opções que existem
nas várias direções.
Aguarde ...
sábado, 23 de janeiro de 2016
Roma Parte II

Seguindo a proposta
do
post anterior, vamos assumir que você decidiu começar pelo Coliseu, deixou o
Vaticano para o dia seguinte.
Se for de metro, se prepare, ao
deixar a estação de mesmo nome, vai ter um choque, o Coliseu vai surgir a sua
frente.
É um choque de História, você fica
alguns segundos sem palavras, com o seu cérebro tentando descobrir em que
século você esta.
Emoção semelhante a quando você sai
da estação de trem de Colônia ( Koln ) na
Alemanha e da de frente com a sua Igreja Gótica, por mais que você se prepare,
o impacto é incontrolável.
Não deixe de visita-lo, caminhe por
suas arquibancadas, veja o subsolo onde ficavam as feras e os cristãos antes de
serem massacrados.
Hoje já deve estar pronto, eles
estão reconstruindo uma parte do palco e da arquibancada, com material
diferente, sem imitar, para termos uma ideia bem mais concreta de como era.
Um show de Engenharia e Arquitetura
para a época, ano 80 d.C. inaugurado pelo Imperador Tito com 100 dias de jogos
para o povo.
Terminada a visita, a atração mais
visível e mais próxima é o Arco de Constantino, marco comemorativo,
da
vitória de Constantino, o 1º Imperador cristão sobre Maxencio,
em 312 d.C. , tradição que Napoleão acabou copiando
mais tarde na França.
Você vai poder caminhar pelas
ruinas de varias instalações como a Casa de Livia, residência
de
Augusto e sua 2ª mulher, o Domus Flavia, o Convento Palatino, o Estádio, Templo
de Cibele, entre outros e visitar os cômodos da casa, descobertos em 1400.
No caminho, vestígios de 3
choupanas do século 9 a.C. que pode ter sido da pequena vila fundada por Romulo
que deu origem a cidade e seu nome.
A próxima parada é seguramente a
via mais impressionante do mundo, a Via Dei Fori Imperiali,
a avenida de acesso aos Fóruns imperiais
romanos, dezenas de ruinas, cada uma com a sua importância.
É aqui que você se transporta para
o Século I.
Do sentido do Coliseu para o
Capitólio, você vai passar por nada mais nada menos que o Fórum de Nerva,
Forum
de Augusto, Prisão Mamertina,
Fórum de Julio
Cesar, Casa dos Cavaleiros de Rodes, Fórum, Coluna e Mercado de Trajano.
Um mergulho no passado.
Se você quiser se aprofundar no
tema, aqui você vai gastar alguns dias para conhecer todos os detalhes.
Se você decidiu não gastar o dia todo
vivendo
no século I,
a
saída é em subida para os Museus do Capitólio.
Uma das 7 colinas de Roma, a
Capitolina.
Vista do alto de toda a cidade, em
especial para a região dos Fóruns.
Tem varias possibilidades de
trajeto, mas considerando o modelo de 3 dias, a sugestão é iniciar pela Piazza
Venezia bem na frente do Capitólio.
É o centro nervoso de Roma, onde
chegam as principais avenidas da cidade.
Nesta praça, se destaca o Palazzo
Venezia, construído pelo Papa Paulo II e de suas sacadas Mussolini convencia o
povo a aderir ao Fascismo.
Dai caminhar para o Teatro de
Marcelo, do Seculo 1
a.C., talvez
o mais frequentado até que o Coliseu fosse inaugurado.
Vale agora passar pela Fontanna
dele Tartarughe,
criada em 1500 por Giacomo dela
Porta.
E seguir para o Campo de Fiori, uma
feira matinal que a noite se transforma em bares e
pubs.
Desde a Idade Média é uma área
muito agitada mas também foi palco das execuções da Inquisição, gravado pela
estatua de Giordano Bruno, queimado ali em 1600.
O destino agora é um dos prédios
mais preservados de Roma, o Panteão, um templo pagão de 125 d.C. projetado pelo
Imperador Adriano, tem um Domo de 43 metros de altura e largura com um circulo
aberto ao centro de 8 metros ( Óculo ), que deixa entrar os raios de sol, um
pouco de chuva ou neve dependendo da estação.
O Papa Bonifácio
IV
recebeu-o em doação do Imperador Focas em 608 o que garantiu a sua conservação
até os dias de hoje.
Suas paredes tem 6 metros de
espessura e abrigam túmulos reais e de Rafael,
o grande pintor renascentista.
O destino agora é mais uma das
principais praças de Roma, a Piazza Navona,
erguida sob um antigo estádio domiciano,
o que explica o seu formato ovalado.
Abriga a Fonte dos Quatro Rios, uma
homenagem de Bernini aos
quatro continentes através dos rios, Ganges ( Asia
), Danubio
( Europa )
, Prata
( Américas
)
e Nilo ( África
), a
Igreja de San Luigi dei Francesi, que
abriga 3 obras de Caravaggio e o Palazzo
della
Sapienza,
sede original da Universidade de Roma, com destaque para sua cúpula e seu pátio
interno.
Da Piazza Navona,
o próximo destino, com uma caminhada um pouco maior, você ira conhecer a Fonte
que o cinema transformou em uma das atrações mais conhecidas de Roma, a Fontanna
di
Trevi.
Em La Dolce
Vita, Anita Ekberg se banha nesta fonte.
Mas sua marca principal é a
capacidade de garantir sua volta a Roma se jogar, de costas e por cima de seu
ombro, uma moeda na fonte.
Um custo bem baixo que vale a pena
investir.
De arquitetura barroca, projetada
por Nicola Salvi
em 1732, fica nos fundos de um palácio e recebe o aqueduto Acqua
Vergin
construído por Agripa em 19 a.C.
Muito provavelmente seu dia vai
terminar em alguma destas atrações.
Se conseguir chegar à
Fontanna
di
Trevi
terá tido um excelente aproveitamento para o seu 1º dia.
Mas não se preocupe, o que faltou será
coberto
no dia seguinte,
com iremos descrever no próximo post.
sábado, 16 de janeiro de 2016
Roma - O melhor destino da Europa ?
Se eu tivesse que escolher apenas
um país na Europa para conhecer, escolheria a Itália.
E se fosse apenas uma cidade, seria
Roma.
Por várias razões, a primeira pela
história, Roma é protagonista na Europa antes de Cristo, durante a passagem de
Jesus pelo nosso planeta e depois de Cristo, ou seja, sempre foi palco ativo
dos acontecimentos.
Atenas tem historia mais antiga,
contudo, esta bem menos preservada e restaurada.
Em Roma você consegue voltar no
tempo e se sentir como vivíamos na antiguidade, basta caminhar pela Via Apia
e redondezas.
Praga, tem prédios de 1300 e 1400
preservados, mas não se compara em termos de conteúdo com Roma.
Outra vantagem é que indo para Roma
você conhece, de brinde, dois países, a Itália e o Vaticano.
E que brinde, uma “atração” que
vale por uma viagem especifica, teremos um post só para ele, mas conhecer a
Igreja de São Pedro, o Museu do Vaticano e
a Capela Cistina vale a viagem.
Faltou mencionar a Gastronomia, a
hospitalidade, o povo extrovertido, a identificação com os brasileiros,
raros
de se encontrar em outros países.
Esta convencido agora ?
Se não ainda, não tem problema, o
que precisa ficar claro é que Roma é um destino imperdível, se não for na 1ª
viagem a Europa, pode ser na 2ª, na 3ª, na 4ª, mas seja qual for você precisar
caminhar pelas ruas romanas um dia.
Como já falamos nos posts da
Europa, como regra geral, a entrada aérea mais barata da Europa costuma ser
Madri.
Barajas,
seu aeroporto internacional, é um aeroporto de 1ª linha e muito concorrido,
varias empresas o utilizam, fazendo com que os preços sejam bem competitivos.
Outra vantagem é que as empresas de
baixo custo da Europa ( Ryanair, Easyjet,
... ), que normalmente usam aeroportos alternativos, operam em Barajas,
ou seja, você pode chegar em Madri e partir direto para qualquer região da Europa
a preços
bem interessantes.
Contudo, fica a dica, não faça o
transbordo direto, durma em Madri ( ate mesmo em Barajas
), ande por Madri no dia seguinte e depois siga o seu caminho,
vale a pena.
Para chegar a Roma, são dois os
aeroportos, o principal, Fiumicino ( ou
Leonardo da Vinci ), onde todas as grandes companhias operam, fica a 30 kms
do centro de Roma, 45 euros de Taxi ou também por trem expresso.
A outra opção é o Ciampino,
aeroporto alternativo, menor, fica a 15 kms do
Centro, que você poderá acessar de Taxi ( Euro 30 ) ou por uma combinação de Onibus
e Trem.
Este aeroporto é importante para
sair de Roma e visitar outras cidades europeias, já que nele operam as empresas
de baixo custo.
É claro que para esta opção de sair
para outras cidades, o Trem, no impecável padrão europeu, também é uma ótima
opção, partem e chegam sempre em estações bem centrais, você não precisa chegar
com 2 horas de antecedência, além, de conseguir ver a paisagem
boa parte do tempo. Fica a dica.
Chegando a Roma, nem pense em
alugar um carro, junto com Amsterdã e Paris, são cidades que o carro é um
incomodo desnecessário.
O transito é caótico, tem zonas de
acesso restrito no centro, muito difícil de dirigir e estacionar, especialmente
se o seu carro não for pequeno e para fechar, você vai de Metro para todos os
pontos turísticos.
Carro para o que ?
Deixe para alugar um carro, se for
passar algum tempo nas ( magnificas ) cidades vizinhas, ai sim vale a pena, mas
só pegue o carro na hora de sair da cidade.
Falaremos a respeito nos posts
finais desta série.
Hotéis, como todas as grandes
cidades, tem para todos os gostos e bolsos, siga o seu padrão, tomando o
cuidado principal de escolher um que tenha estação de Metro bem próxima, vai
facilitar a locomoção.
E claro, compare preços, usando os
atuais sites digitais como Decolar, Submarino, ....
Ser esfolado, pagando mais que o
justo nas diárias esta fora de moda.
Tendo chegado e estando devidamente
acomodado no seu Hotel, é hora de começar a passear, não perca tempo, pois
quantos sejam seus dias na cidade, serão poucos para ver tudo. Acredite.
É uma cidade infinita, quanto mais
você conhece, mais atrações você tem para ver, elas brotam a cada esquina.
O mínimo do mínimo são 3 dias,
menos que isso, você vai viver na pele o famoso ditado, fui a Roma e não vi o
papa, não subestime, vão faltar atrações fundamentais.
O planejamento dos passeios é bem
simples, existe um eixo entre o Coliseu e o Vaticano, a maneira mais eficiente
é sair do seu hotel ir para um dos dois destinos direto ( tem metro próximo ),
visita-lo e começar a caminhar na direção do outro.
Com sorte e muito esforço você vai
conseguir chegar lá, muito cansado, no final do dia, se não for em Julho,
quando Roma atinge 40 graus e se tentar, chegara de maca, desidratado.
Se não deu para chegar na outra
ponta, não tem problema, termine seu dia
com um bom restaurante italiano, o que não será nada difícil de encontrar onde
você estiver, volte para o hotel e no dia seguinte, comece ao contrario, pelo
destino que você não conheceu, visite-o e comece a caminhar na direção do
outro.
Provavelmente, neste segundo dia
você vai conseguir chegar no ponto que você parou no dia anterior.
No 3º dia você vai completar as
atrações que ficam um pouco fora do eixo e as que você não conseguir ver com
profundidade desejada ainda.
Assim, depois de 3 dias você vai
poder dizer que conhece Roma de uma forma bem superficial, mas já vai ser
suficiente para não esquece-la pelo resto da vida, terá muita historia para
contar e uma vontade enorme de voltar um dia.
No próximo post, começamos a
visitar cada uma das grandes atrações da cidade.
Aguarde ...
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Bodegas Odfjell, Undurraga e Santa Rita - Santiago, o Retorno Parte III
| Vinícola Odjfell |
Seu fundador , a 25 anos atrás,
foi o
Norueguês
Dan
Odfjell, que
escolheu esta
área e iniciou
a produção de vinhos.
Hoje conta com a ajuda dos seus filhos
Laurence e Dan Junior e produz varias linhas de vinhos : Babor, Armador,
Capítulo, Orzada, Blends,
Aliara e Odfjell.
Na propriedade também se cria a
raça norueguesa de cavalos Fjord.
Uma visita muito interessante com
excepcional vista das cordilheiras.
Não perca.
Você deve reservar mas caso não consiga, poderá
ser
incorporado em uma das visitas pré-programas todos os dias.
Além dos vinhos degustados na visita, poderá experimentar outros
na recepção, como
a conhecida linha T.H. mas em especial seu ícone Altazor e adquirir diversos apetrechos e comidas da região na loja da
vinícola.
Outra que vale a pena visitar.
Mas vale a pena a aventura.
Sua enóloga, Cecilia Torres, foi
escolhida a melhor do Chile no ano de 1986.
A visita ( 10 mil pesos chilenos por
pessoa ) é bem detalhada, com tour inclusive em Português ( tinha 2 brasileiros
trabalhando lá ), levando cerca de 1,5 horas e no final, dentro da adega do Ícone Casa
Real, você degusta
3 vinhos de entrada.
Na loja, além de adquirir seus exemplares você pode
degustar, por 15 mil pesos, seus 3 ícones principais : o Borguenville ( Petit
Verdot ), o Golden Carmen ( Cabernet Sauvignon ) e o mítico Casa Real, também
de
Cabernet Sauvignon.
Experimentamos o
outro vinho premiado da vinícola, o Triple C ( Cabernet Sauvignon, Carmenere e
Cabernet Franc ).
Almoço imperdível.
Nesta mesma região você ainda
encontra outras vinícolas como a De Martino e a Haras de Pirque, mas fica para uma
próxima vez.
Saúde
| Restaurante Doña Paula |
| Museu Andino |
Assinar:
Postagens (Atom)











