segunda-feira, 19 de setembro de 2016
domingo, 7 de agosto de 2016
A polemica dos Pokemons - Uma visão neutra
Nesta semana fomos invadidos por uma
febre, de um dia para o outro, começamos a ver dezenas de pessoas, das mais
variadas idades, saírem para as ruas com
o celular na mão, caminhando e procurando alguma coisa.
Isso bastou para que todo tipo de
julgamento começasse a ser divulgado pelas mídias sociais e na verdade, isso me
chamou mais a atenção do que a nova moda em si.
Me parece nosso instinto natural ( ou
seria a nossa educação ? ) emitir julgamentos para defender o nosso ponto de
vista, numa reação rápida e emocional, querendo justificar que o lado que
escolhemos é o correto. Que estamos ( sempre ) certos.
Vou me ater ao cenário do Brasil, onde
passamos por um exemplo deste tipo com a politica, você esta do lado dos
coxinhas ou dos socialistas com apartamento em Paris ?
Deu para perceber que o problema está em
você ter que escolher um dos lados ? Não existe a possibilidade de você
concordar com a prisão de todos os políticos corruptos mas também achar que
alguns programas sociais implementados nos últimos anos foram um avanço
fundamental para o Brasil.
Ficamos com o que da menos trabalho, o
sim ou o não, o a favor ou contra, a decisão binaria 0 ou 1.
Mas será que isso não é preguiça mental
em ter que analisar mais a fundo cada um dos temas e entrar num mundo analógico
onde entre o 0 e o 1 tem uma infinita variedade de opções, como nos prova a
matemática, a mesma que criou o mundo digital ?
Isso é muito mais rico, mais profundo e
exige mais trabalho, mais cultura, mais inteligência.
Este é o ponto na nova discussão dos Pokemons.
Os praticantes não precisam defender que
tudo é perfeito neste novo entretenimento, nem os críticos precisam provar que
tudo é alienação.
Existe o meio do caminho, a riqueza da
diversidade.
Mas antes de concluirmos sobre isso,
outro tema me chamou a atenção, pessoas fazendo criticas do alto dos seus
conhecimentos sem ao menos ter baixado o aplicativa no seu celular ( talvez ate
sem saber que isso é um aplicativo ).
Fazendo longas teses sem ter visto a tela
do celular com um Pokemon
aguardando para ser caçado.
Se limitam a criticar as pessoas
simplesmente porque estão saindo na rua com o celular na mão fazendo algum sem
dar satisfação para ninguém.
Será que não é necessária a vivencia ?
É possível você entender a fundo o comportamento de 50 mil pessoas indo a um estádio assistir um
jogo de futebol sem ter tido a experiência de ver ao vivo a comemoração de um gol
ou de uma vitória do seu time do coração ?
É possível criticar alguém que passa o
final de semana inteiro dentro de casa, assistindo a serie completa de Game of Thrones ou Lost ( ou
de qualquer outra serie do Netflix que te passou pela cabeça agora ), sem
ter assistido pelo menos um episodio ?
É possível você julgar aqueles que param
tudo que estão fazendo as 19 horas para sentar em frente a televisão e assistir
o episodio da sua novela preferida, sem ter tido a experiência de viver sozinho
e solitario e
saber que a novela funciona como uma viagem para um mundo que não se tem mais
acesso ?
Vale o mesmo para a Saga dos Pokemons,
antes de se posicionar, experimente !
E ai sim você vai poder listar seus
argumentos, sem a necessidade de chegar no certo ou no errado.
Eu fiz isso, e descobri algumas coisas
interessantes mas também alguns problemas sérios.
E nem por isso preciso estar
obrigatoriamente de um lado ou do outro da questão , estou nos dois lados.
Aprendi que caminhando 5 quadras com o
aplicativo ( Pokemon Go,
grátis ), vi mais esculturas, grafites e obras culturais ao meu arredor do que
jamais veria a minha vida toda sem ele.
Isso te parece positivo ? A mim, achei
sensacional.
Também, me despertou um prazer que tenho
desde criança, o de colecionar, adoro !
Ter o desafio de conseguir completar uma
pagina ou um álbuns inteiro, encontrar aquela figurinha rara, sempre me trouxe
felicidade. Você detesta colecionar coisas ? Acha isso perda de tempo ? Eu
entendo perfeitamente e respeito, mas não tira um minuto do prazer que eu tenho
em encontrar uma moeda de 1 real com o desenho do Judô ao invés de ter aquela
desgastada cara de mulher e saber que poucas destas moedas foram produzidas e
daqui a 10 anos, vão ter menos ainda.
Não importa quem esta certo ou quem esta
errado, o que importa é que eu fico feliz fazendo isso e provavelmente você
fica feliz indo ao show do Djavan e que cada um de nos fique feliz com o que
gosta.
Esta á a resposta certa.
Voltando ao jogo, você percebeu que
aquelas crianças que ficavam horas na frente do computador jogando vídeo game
agora estão caminhando, sem fazer isso por que tem que emagrecer ?
Sim, para jogar pokemon ( do
jeito certo ) você vai precisar fazer um pouco de exercício.
E mudando de lado, as pessoas param de
repente na calçada ( ou no carro, se estiver jogando contra a indicação do
fabricante ) quando aparece na tela um Pokemon, podendo causar um tropeço, um esbarrão
ou uma queda em alguém.
Sim, isso pode acontecer.
Que as pessoas ficam tão entretidas
caminhando e jogando, que não vão ver um ladrão se aproximando para roupar seu
celular ou a sua bolsa ou carteira ?
Isso também acontece.
Não vou falar em risco que ser
atropelado, atravessando a rua sem olhar, pois hoje não precisa de Pokemon para
isso, basta o Whatsapp.
Enfim, concluindo, se você conseguiu
chegar até o final do texto sem mudar para o Whatsapp ou ligado a TV, como tudo na vida, o
novíssimo Pokemon Go
tem prós e contras e a minha tese é que cada um é livre e inteligente o
suficiente para escolher entre as qualidades e defeitos para decidir se joga-lo
lhe trará felicidade ou não, ou se vai jogar de vez em quando.
Não precisa ser contra ou a favor, você
precisa é ter uma visão completa do aplicativo.
Você quer saber se vou continuar a jogar
? Ainda é cedo para eu decidir , vou tentar mais algumas vezes, vou aprender
mais algumas regras, por exemplo de como usar os enormes estádios virtuais que
aparecem por toda a cidade, vou descobrir outros defeitos e ai eu decido.
Não preciso concluir meu ponto de vista
agora !
Sou analógico e não digital, consigo
conviver com a realidade de que as vezes estou certo e as vezes estou errado,
não preciso ser o Gerson, na sua infeliz aparição na TV dizendo que é preciso
tirar vantagem de tudo, Certo ! Ou Certo ?
Bom domingo !
sábado, 11 de junho de 2016
Encontro Mistral 2016
Hospedado no Centro de Convenções do
Grand Hyatt, na
Marginal Pinheiros em São Paulo, tivemos agora em Junho o Encontro Mistral
2016, que acontece apenas de 2 em 2 anos.
Por estar entre as maiores importadoras
de vinho do Brasil e dona de um portfolio bastante significativo de produtores
mundiais, o evento da Mistral é um marco do calendário de eventos de Enocultura.
O tempo é curto para conhecer e conversar
com todos os expositores, que costumam ser representados por seus expoentes
máximos, como Alvaro
Castro da Quinta da Pellada, Florent Baumard, que
produz com excelência no Vale do Loire, Savennieres secos, elegantes e estruturados e no
outro extremo, doces de Quarts de Chaume e Coteaux du Layon, Alejandro Vigil, Enologo/Proprietario da
Bodega Aleanna e
também enólogo da Catena
Zapata, que tem elevado a casta Cabernet Franc ao topo das castas cultivadas na
Argentina com o seu El e Gran Enemigo,
foram alguns que prestigiaram o evento deste ano.
A disposição dos Stands era aleatória,
talvez para convida-lo a rodar toda a feira atrás de seus produtores favoritos.
Foi um misto de produtores tradicionais
com exemplares tradicionais como Alion e Pintia da Veja Sicilia e Biondi Santi com seus Brunelos, produtores tradicionais com novidades
como a Masi
italiana com seu Colbec
argentino e Paul Hobbs com
excelentes Pinot Noir e
Cabernet Sauvignon e produtores pouco conhecidos no mercado brasileiro com
grandes exemplares, como a Sileni Estates da Nova Zelandia e Perez Pascuas da Espanha.
Foram 15 países representados,
devidamente descritos no material de ótima qualidade distribuído na entrada, um
conjunto de 2 cadernos, um comentando cada produtor e sua região e o outro,
mais a mão, com a lista de todos os vinhos com seus preços, já que era possível
adquiri-los durante o evento.
É muita pretensão tentar indicar os
melhores da feira, dada a diversidade e qualidade tão elevada, somado ao fato
de não ter conseguido visitar a todos, então, me limito a mencionar aqueles que
simplesmente me chamaram fortemente a atenção durante o tour.
Abrindo a feira , no primeiro stand
estava o Soalheiro Reserva da casta Alvarinho.
Os vinhos da vinícola Gaía, da Grecia,
nada a ver com o Icone
piemontês, apresentou varias exemplares secos e um Vinsanto
magnifico de Santorini.
Da Quinta da Pellada, não
consegui eleger apenas um, tanto o seu Pape quanto o Doda se destacaram na
degustação, somada a simpatia de seu proprietário que os apresentava com
riqueza de detalhes.
Paul Hobbs apresentou uma completa linha de Chardonnays, Pinots e Cabernets, eu
fiquei com o Pinot
Katherine Lindsay Estate como
destaque.
Representando a Borgonha, o Domaine Faiveley
trouxe duas linhas, uma de Chablis, com destaque para o 1er Cru de Fourchaume, Billard-Simon
e o Pinot Noir de Echezeaux.
A linha de Baumard também muito completa fechava com o
mítico Quarts de Chaume,
destaque no mundo dos vinhos doces.
Da Africa do Sul, a Kanonkop trouxe o seu estruturado Cabernet Paul Sauer, que
merece ser degustado.
Provando longevidade absoluta, a Perez Pascuas
abriu um Gran
Reserva de 1999 que mostrava ter ainda muitos anos pela frente.
Dos tradicionais e já consagrados , que
não mais necessitam de apresentação estavam o Quinta do Vale Meão, Pintia, Alion e
Biondi Santi.
E não por acaso deixado para o final,
destaco primeiro o vinho da Madeira da Blandy’s de 1976 elaborada com a rara casta Terrantes, não
confundir com a exclusiva casta branca argentina e depois a magnifica apresentação da húngara Oremus, da
Veja Sicilia, que
trouxe novidades como um Tokaji
Seco, que mostrou ter personalidade, um Late Harvest de excelente custo beneficio e os
sagrados Oremus 3 e
5 puttonyos.
Bem é isso, simples assim, agora é
esperar mais 2 anos para ver a próxima.
Saude !!



domingo, 24 de abril de 2016
Nova York, o retorno - Parte II
Apenas reforçando o que falamos
no post anterior, já publicamos 8 posts sobre Nova York no Blog, se você tem
interesse nas principais atrações de Nova York é só busca-los no índice.
Esta nova serie complementa os
posts anteriores, atualizando informações e falando de atrações menos
conhecidas mas igualmente interessantes.
Uma destas
atrações é passear pelo bairro vizinho a sudeste da ilha de Manhattan,
o
famoso Brooklyn, tão retratado nos filmes americanos, muitas vezes sem você
saber.
Na verdade é uma atração que
merece
um post exclusivo, mas vamos dar uma pequena introdução nesta serie.
O Brooklyn
tem
muitas atrações, Zoológico, Jardim Botânico, parques e
museus e pode ser acessado normalmente pela rede de
metro, sem ter que pagar nada adicional, são os mesmos bilhetes.
Desembarcando na primeira estação
da cidade vindo da ilha, você vai poder visitar, de bem de perto, as duas
pontas emblemáticas que fazem a travessia – a Ponte de Manhatthan
e
a do Brooklyn.
Você pode
passar por baixo das duas e vislumbrar a vista da ilha, e depois, continuar
caminhando para conhecer o projeto de remodelação da região portuária, que vem
transformando cada porto antigo em opções de lazer para a população como
quadras de esporte, parques e restaurantes.
O detalhe principal é que a
caminhada é longa, pois nesta lateral existe uma enorme autopista que não
permite passagem para o centro, as saídas são limitadas, estamos falando de uma
caminhada entre 2 e 3 kms.
Nesta região de entrada tem um
ótimo comercio, incluindo lojas como Target, Best Buy,
Burlington,
e como de costume, dezenas de Starbucks ( media de 1 a cada duas quadras ).
A sugestão é você gastar no mínimo
uma manhã para explorar esta região.
Outro passeio
pouco usual é aquele que fizemos propaganda
no
post anterior, visitar a
Ilha Roosevelt,
e,
acredite
se quiser, de nada mais, nada menos do
que de Teleférico. V
Se pensou que Teleférico
só tinha
em Poços de Caldas ou no Rio de Janeiro, se enganou, Nova
York também tem o seu.
Você pode
ir de metro, tem uma estação na linha laranja, mas a pedida é pegar um teleférico
( Tram
para eles ), que fica na esquina da 2ª Avenida com a
rua 60.
A ilha Roosevelt,
fica na altura do meio de Manhattan, do
lado leste, do lado do Queens.
É bem pequena,
tem 3,2 kms
de comprimento apenas, tem vários prédios de moradia e na
ponta sul uma parque onde você pode caminhar e ver a vista da ONU e do Empire State
de uma forma que você nunca viu.
Também pode visitar as ruinas do
Hospital Smallpox,
a Varíola em português e andar pela ilha com um ônibus circular de turismo
gratuito.
Você usa
seu ticket de metro normalmente, tem saídas a cada 10 minutos no máximo e leva
apenas 3 ou 4 minutos para cruzar o rio e aterrissar na ilha.
O passeio é simples, caminhar para
o sul da ilha, pela alameda de cerejeiras e portanto a melhor data é entre
Abril e Junho, na Primavera e degustar a vista da ilha até o extremo, de onde
da para ver a parte sul também.
Você vai
gastar no máximo 2 horas, se não parar
para fazer um pick-nick (
para isso o Central Park é bem mais indicado ) e vai ter a experiência que
poucos nova-iorquinos tem, fique certo disso.
No próximo
post, uma atração que esta entre as imperdíveis, já descrita anteriormente, mas
que desta vez vamos dedicar um post exclusivo a ela,
trata-se da visita ao MET, o Museu Metropolitano de Nova York.
Aguarde ...
terça-feira, 19 de abril de 2016
domingo, 17 de abril de 2016
Voce ja andou de Teleférico em Nova York ?
Não tem ?
Claro que tem, esta serie de posts
é para turistas em Nova York, modo
Avançado
!
Não vamos falar de Central Park,
Estatua da Liberdade e Times Square.
Mas se é disso que você precisa, não
tem
problema, olha os posts anteriores do Blog que você vai encontrar 8 posts
dedicados a Nova York, que ai sim, focam nas
atrações principais.
Este, é um
post de atualização, como já fizemos com Santiago, Mendoza e com outras
cidades.
Vamos falar de dicas adicionais e
passeios menos usuais mas que também valem muito a pena serem feitos.
Interrompemos a sequencia de Roma,
que agora caminhara para as atrações em torno da cidade ( Costa Malfitana,
Toscana, Napoli, Veneza, ... para voltar a falar de Nova York.
Ahh, ia
me esquecendo, andamos sim de teleférico, aguarde
o próximo post para saber onde ele está.
Desta vez a chegada foi pelo JKF,
levamos praticamente uma hora para chegar de Taxi na região da Times Square a
um custo de US$ 80.
É a opção mais cômoda, apesar de
ser possível também chegar de Metro ou claro alugar um carro.
Mas, alugue
um carro,
apenas
e tão somente,
se
você gosta
de sair
de férias pensando que esta em São Paulo.
O transito
da cidade é horrível e as redes de Metro cobrem toda a ilha de Manhattan
e
se estende
aos
bairros fora da ilha como Brooklyn,
Queens e Bronx.
Se esta ai reclamando que eu
esqueci dos Outlets, no
lado de New Jersey, não foi o caso, é totalmente possível e aconselhável você
visitar tanto o Jersey Gardens
quanto o Woodburry
de ônibus, através da estação de Porto Authority,
ou pegue o carro apenas para fazer estas visitas.
Enfim, a dica é você escolher um
hotel perto de uma estação de metro,
o que é muito fácil, dada a extensão da rede
metroviária em Nova York, e
se locomover sem enfrentar trafego para todos os lugares.
O Metro é bem fácil de usar,
sugerimos ver as dicas principais nos posts anteriores mas vamos reforçar
algumas importantes.
A regra geral é que você entra na
estação ( passa na catraca ) e la
dentro é direcionado para o lado correto da linha que você deseja.
Todas as linhas Norte – Sul usam a
terminologia Uptown quando você quer subir ( Norte ) e
Downtown
para
descer ( Sul ).
Porém algumas estações pequenas não
tem esta facilidade, ainda na rua você já tem que entrar na
estação do
lado
certo e para fazer isso, quando você já sabe, basta
considera a
mão normal dos carros na avenida da estação e entrar
do mesmo
lado dos
carros
que estão indo na direção desejada. So
simple
as that.
Depois de
um dia usando
o Metro, você
ficara bem a vontade.
Para períodos
longos, o mais barato é comprar o ticket semanal, custa cerca de 30 dólares
para uma pessoa mas se comprar para duas ou mais pessoas, os descontos são
grandes, na casa de 50 %.
Duas outras
dicas distinguem os iniciantes dos graduados, a primeira, existem trens
expressos, que percorrem as distancias maiores e por isso, pulam uma ou duas
estações a
cada parada, tanto o locutor da estação quanto o trem
mencionam que o trem é expresso, uma linha típica é a linha
amarela Q.
As linhas expressas, claro, são
mais rápidas, mas podem pular exatamente a estação que você quer descer, dai, o
barato, sai caro.
Preste atenção
e não se culpe se isso acontecer, creio que todo turista já
passou
por isso pelo
menos uma vez.
A outra é que o pessoal da
Manutenção é aficionado em trabalhar nos finais de semana, e como consequência,
bloqueiam
estações, bloqueiam
linhas,
mudam itinerários, sempre as sábados e domingos.
Eles colocam folhas A4 colada nos
postes informando o que foi alterado, veja nas fotos, e
qual é o plano B para você chegar ao seu destino.
Na duvida pergunte para os
funcionários da estação, eles ficam muito felizes em
explicar
isso para 3 em cada 4 usuários que passam
por
eles,
fica estampado no rosto.
Agora, você já está pronto, jé
hora de começar a passear, mas só no próximo post.
Aguarde ...
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
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